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Artigos
O que é internet?
A Internet é um conglomerado de
redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo
TCP/IP que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência
de dados. Ela carrega uma ampla variedade de recursos e serviços,
incluindo os documentos interligados por meio de hiperligações da
World Wide Web, e a infraestrutura para suportar correio eletrônico e
serviços como comunicação instantânea e compartilhamento de arquivos.
De acordo com dados de março de
2007, a Internet é usada por 16,9% da população mundial[1] (em torno
de 1,1 bilhão de pessoas).
Nomenclatura
A palavra Internet é
tradicionalmente escrita com a primeira letra em maiúsculo, como um
nome próprio. Internet Society, Internet Engineering Task Force,
ICANN, World Wide Web Consortium e várias outras organizações
relacionadas usam essa convenção em suas publicações. Da mesma forma,
vários jornais, revistas e periódicos usam o mesmo termo, incluindo
The New York Times, Associated Press e Time.
Outras organizações alegam que a
primeira letra deve estar em minúsculo (internet), e que o artigo "a
internet" é suficiente para distinguir entre "uma internet", usada em
outras instâncias. Publicações que usam essa forma estão ausentes no
meio acadêmico, mas presentes em médias como The Economist e The
Guardian.
Internet e internet possuem
significados diferentes. Enquanto internet significa um conjunto de
redes de computadores interligadas, a Internet se refere à internet
global e pública, disponibilizada pelo Protocolo de Internet. Dessa
forma, existem inúmeras internets espalhadas por redes particulares,
seja interligando empresas, universidades ou residências. Entretanto,
existe somente uma rede única e global, o conjunto de todas as redes,
a Internet.
História
O lançamento soviético do Sputnik
causou como consequência a criação americana da Defense Advanced
Research Projects Agency (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada),
conhecida como ARPA, em fevereiro de 1955, com o objetivo de obter
novamente a liderança tecnológica perdida para os soviéticos durante a
guerra fria.[2][3] A ARPA criou o Information Processing Techniques
Office (Escritório de Tecnologia de Processamento de Informações -
IPTO) para promover a pesquisa do programa Semi Automatic Ground
Environment, que tinha ligado vários sistemas de radares espalhados
por todo o território americano pela primeira vez. Joseph Carl Robnett
Licklider foi escolhido para liderar o IPTO.[04]
Licklider se transferiu do
laboratório psico-acústico, na Universidade de Harvard, para o MIT em
1950, após se interessar em tecnologia de informação. No MIT, fez
parte de um comitê que estabeleceu o Laboratório Lincoln e trabalhou
no projeto SAGE. Em 1957, tornou-se o vice-presidente do BBN, quando
comprou a primeira produção do computador PDP-1 e conduziu a primeira
demonstração do compartilhamento de tempo.
No IPTO, Licklider se associou a
Lawrence Roberts para começar um projeto com o objetivo de fazer uma
rede de computadores, e a tecnologia usada por Robert se baseou no
trabalho de Paul Baran,[5] que havia escrito um estudo extenso para a
Força Aérea dos Estados Unidos recomendando a comutação de pacotes ao
invés da comutação de circuitos para tornar as redes mais robustas e
estáveis. Após muito trabalho, os dois primeiros elos daquele que
viria a ser o ARPANET foram interconectados entre a Universidade da
Califórnia em Los Angeles e o SRI (que viria a ser o SRI
International), em Menlo Park, Califórnia, em 29 de outubro de 1969. O
ARPANET foi uma das primeiras redes da história da Internet atual.
Após a demonstração de que a
ARPANET trabalhava com comutações de pacotes, o General Post Office, a
Telenet, a DATAPAC e a TRANSPAC, trabalharam em colaboração para a
criação da primeira rede de computador em serviço. No Reino Unido, a
rede foi referida como o Serviço Internacional de Comutação de Pacotes
(IPSS).
Este sistema garantia a integridade
da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque
inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado
para outras conexões. O curioso é que raramente a rede sofreu algum
ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que
esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados
Unidos de derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo
sistema.
O X.25 era independente dos
protocolos TCP/IP, que surgiram do trabalho experimental em cooperação
entre a DARPA, o ARPANET, o Packet Radio e o Packet Satellite Net
Vinton Cerf e Robert Kahn desenvolveram a primeira descrição de
protocolos TCP em 1973 e publicaram um artigo sobre o assunto em maio
de 1974. O uso do termo "Internet" para descrever uma única rede
TCP/IP global se originou em dezembro de 1974, com a publicação do RFC
685, a primeira especificação completa do TCP, que foi escrita por
Vinton Cerf, Yogen Dalal e Carl Sunshine, na Universidade de Stanford.
Durante os nove anos seguintes, o trabalho prosseguiu refinando os
protocolos e os implementando numa grande variedade de sistemas
operacionais.
A primeira rede de grande extensão
baseada em TCP/IP entrou em operação em 1 de janeiro de 1983, quando
todos os computadores que usavam o ARPANET trocaram os antigos
protocolos NCP. Em 1985, a Fundação Nacional da Ciência (NSF) dos
Estados Unidos patrocinou a construção do National Science Foundation
Network, um conjunto de redes universitárias interconectadas em 56
kilobits por segundo (kbps), usando computadores denominados pelo seu
inventor, David L. Mills, como "fuzzballs". No ano seguinte, a NSF
patrocinou a conversão dessa rede para uma maior velocidade, 1,5
megabits por segundo. A decisão importantíssima de usar TCP/IP DARPA
foi feita por Dennis Jennings, que estava no momento com a
responsabilidade de conduzir o programa "Supercomputador" na NSF.
A abertura da rede para interesses
comerciais começou em 1988. O Conselho Federal de Redes dos Estados
Unidos aprovou a interconexão do NSFNER para o sistema comercial MCI
Mail naquele ano, e a ligação foi feita em meados de 1989. Outros
serviços comerciais de correio eletrônico foram logo conectados,
incluindo a OnTyme, a Telemail e a Compuserver. Naquele mesmo ano,
três provedores comerciais de serviços de Internet (ISP) foram
criados: a UUNET, a PSINet e a CERFNET. Várias outras redes comerciais
e educacionais foram interconectadas, tais como a Telenet, a Tymnet e
a JANET, contribuindo para o crescimento da Internet. A Telenet
(renomeada mais tarde para Sprintnet) foi uma grande rede privada de
computadores com livre acesso dial-up de cidades dos Estados Unidos
que estava em operação desde a década de 1970. Esta rede foi
finalmente interconectada com outras redes durante a década de 1980
assim que o protocolo TCP/IP se tornou cada vez mais popular. A
habilidade dos protocolos TCP/IP de trabalhar virtualmente em
quaisquer redes de comunicação pré-existentes permitiu a grande
facilidade do seu crescimento, embora o rápido crescimento da Internet
foi devido primariamente à disponibilidade de rotas comerciais de
empresas, tais como a Cisco Systems, a Proteon e a Juniper, e pela
disponibilidade de equipamentos comerciais Ethernet para redes de área
local, além da grande implementação dos protocolos TCP/IP no sistema
operacional UNIX.
Crescimento
Embora as aplicações básicas e as
orientações que fazem a Internet existir por quase duas décadas, a
rede não ganhou interesse público até a década de 1990. Em 6 de agosto
de 1991, a CERN, uma organização pan-europeia de pesquisa de
partículas, publicou o novo projeto "World Wide Web". A Web foi
inventada pelo cientista inglês Tim Berners-Lee, em 1989.
Um dos primeiros navegadores web
foi o ViolaWWW, após o programa "HyperCard", e construído usando o X
Window System. O navegador foi substituído pelo "Mosaic". Em 1993, o
National Center for Supercomputing Applications (Centro Nacional de
Aplicações de Supercomputadores - NCSA) dos Estados Unidos, na
Universidade de Illinois, liberou a versão 1.0 do Mosaic, e no final
de 1994, havia crescente interesse público na Internet, que era
considerada anteriormente muito técnica e acadêmica. Em 1996, o uso da
palavra Internet tinha se estabelecido na linguagem popular, e
consequentemente, havia se tornado erroneamente um sinônimo em
referência a World Wide Web.
Enquanto isso, com o decorrer da
década, a Internet conseguiu com sucesso acomodar a grande maioria das
redes públicas existentes (embora algumas redes, tais como a FidoNet,
continuaram separadas). Durante a década de 1990, estimou-se que o
crescimento da Internet era de mais de 100% ao ano, com um breve
período de crescimento explosivo entre 1996 e 1997.[6] Este
crescimento é atribuído frequentemente à falta de uma administração
central, assim como à natureza aberta dos protocolos da Internet, que
encoraja a interoperabilidade comercial e previne as empresas de
exercer muito controle sobre as redes.[7].
Tipos de conexão
Os métodos comuns de acesso à
Internet são a conexão dial-up, a banda larga (em cabos coaxiais,
fibras ópticas ou cabos metálicos), Wi-Fi, satélites e telefones
celulares com tecnologia 3G.
Ainda há os locais públicos de
acesso à Internet, como bibliotecas e cyber cafés, além de pontos de
acesso à Internet, como aeroportos e outros lugares públicos, em
alguns casos apenas para usos breves. Vários termos são usados, como
"terminal de acesso público", "quiosques de acesso a Internet", "LAN
houses" ou ainda "telefones públicos com acesso à Internet". Muitos
hotéis também têm pontos públicos de conexão à Internet, embora na
maior parte dos casos, é necessário pagar pelos momentos de acesso.
Estes terminais são grandemente acessados para vários usos, tais como
reservas de hotéis ou de eventos, depósitos bancários, pagamentos
online, entre outros. Existem, ainda, locais de acesso à Internet sem
fio (Wi-Fi), como cyber cafés Wi-Fi, onde usuários precisam trazer
seus próprios aparelhos dotados de tecnologia Wi-Fi, como laptops ou
PDAs. Estes serviços podem ser gratuitos para todos, livre somente
para clientes, ou pago. Os locais de acesso a Internet sem fio podem
não estar confinado em apenas um local. Um campus ou um parque
inteiro, ou mesmo uma cidade, podem oferecer serviços Wi-Fi gratuitos.
Iniciativas grassroots levaram à formação de redes de comunidades sem
fio. Serviços comerciais Wi-Fi já estão cobrindo grandes áreas de
grandes cidades, como Londres, Viena, Toronto, San Francisco,
Filadélfia, Chicago e Pittsburgh. A Internet pode ser acessada nessas
cidades em locais parques.[8]
À parte do Wi-Fi, há experimentos
com redes móveis sem fio, como o Ricochet, além de vários serviços de
dados de alta velocidade em redes de telefones celulares, e outros
serviços de acesso a Internet sem fio.
Telefones celulares de última
geração, como o smartphone, geralmente vêm com acesso à Internet
através da própria rede do telefone. Navegadores web, como o Opera,
estão disponíveis nestes aparelhos portáteis, que podem também rodar
uma grande variedade de outros softwares especialmente desenvolvidos
para a Internet. Existem mais telefones celulares com acesso à
Internet do que computadores pessoais, embora a Internet nos telefones
não seja grandemente usado. Os provedores de acesso a Internet e a
matriz de protocolo, no caso dos telefones celulares, diferencia-se
dos métodos normais de acesso.
Arquitetura
Muitos cientistas de computação
veem a Internet como o "maior exemplo de sistema de grande escala
altamente engenharizado, ainda muito complexo".[9] A Internet é
extremamente heterogênea, por exemplo, as taxas de transferências de
dados e as características físicas das conexões variam grandemente. A
Internet exibe "fenômenos emergentes" que dependem de sua organização
de grande escala. Por exemplo, as taxas de transferências de dados
exibem autossimilaridade temporal. Adicionando ainda mais à
complexidade da Internet, está a habilidade de mais de um computador
de usar a Internet através de um elo de conexão, assim criando a
possibilidade de uma sub-rede profunda e hierárquica que pode
teoricamente ser estendida infinitivamente, desconsiderando as
limitações programáticas do protocolo IPv4. Os princípios desta
arquitetura de dados se originam na década de 1960, que pode não ser a
melhor solução de adaptação para os tempos modernos. Assim, a
possibilidade de desenvolver estruturas alternativas está atualmente
em planejamento.[10]
De acordo com um artigo de junho de
2007, na revista Discover, o peso combinado de todos os elétrons que
se movem dentro da Internet num dia é de 2−6 gramas.[11] Outras
estimativas dizem que o peso total dos elétrons que se movem na
Internet diariamente chega a 2 gramas.[12].
Possível colapso
Após analisar o fluxo de
informações que trafegam pela Internet, a empresa Nemertes Research
Group concluiu que a rede mundial poderá sofrer um colapso em 2010
devido à escala de dados trafegados, pois a atual estrutura não iria
comportar o volume de dados nos próximos anos. O relatório da Nemertes
indica que as estruturas centrais da Internet evoluirão de acordo com
a demanda dos usuários, mas a infraestrutura de acesso não evolui na
mesma velocidade, o que afetará algumas regiões do mundo a partir de
2010. Segundo ela, seriam necessários investimentos de 55 bilhões para
evitar o problema.[13].
Protocolos
Para o funcionamento da Internet
existem três camadas de protocolos. Na camada mais baixa está o
Protocolo de Internet (Internet Protocol), que define datagramas ou
pacotes que carregam blocos de dados de um nó da rede para outro. A
maior parte da Internet atual utiliza a IPv4, quarta versão do
protocolo, apesar de o IPv6 já estar padronizado, sendo usado em
algumas redes específicas somente. Independentemente da arquitetura de
computador utilizada por dois computadores comunicando entre si na
Internet, desde que compreendam o protocolo de Internet, podem se
comunicar. Isso permite que diferentes tipos de máquinas e sistemas
possam conectar-se à grande rede, seja um PDA conectando-se a um
servidor WWW ou um computador pessoal executando Microsoft Windows
conectando-se a outro computador pessoal executando Linux.
Na camada média está o TCP, UDP e
ICMP. Esses são protocolos no qual os dados são transmitidos. O TCP é
capaz de realizar uma conexão virtual, fornecendo certo grau de
garantia na comunicação de dados.
Na camada mais alta estão os
protocolos de aplicação, que definem mensagens específicas e formatos
digitais comunicados por aplicações. Alguns dos protocolos de
aplicação mais usados incluem DNS (informações sobre domínio), POP3
(recebimento de e-mail), IMAP (acesso de e-mail), SMTP (envio de
e-mail), HTTP (dados da WWW) e FTP (transferência de dados). Todos os
serviços da Internet fazem uso dos protocolos de aplicação, sendo o
correio eletrônico e a World Wide Web os mais conhecidos. A partir
desses protocolos é possível criar aplicações como listas de discussão
ou blogs.
Diferentemente de sistemas de
comunicação mais antigos, os protocolos da Internet foram
desenvolvidos para serem independentes do meio físico de transmissão.
Qualquer rede de comunicação, seja através de cabos ou sem fio, que
seja capaz de transportar dados digitais de duas vias é capaz de
transportar o tráfego da Internet. Por isso, os pacotes da Internet
podem ser transmitidos por uma variedade de meios de conexão tais como
cabo coaxial, fibra ótica, redes sem fio ou por satélite. Juntas,
todas essas redes de comunicação formam a Internet. Notar que, do
ponto de vista da camada de aplicação, as tecnologias utilizadas nas
camadas inferiores é irrelevante, contanto que sua própria camada
funcione. Ao nível de aplicação, a Internet é uma grande "nuvem" de
conexões e de nós terminais, terminais esses que, de alguma forma, se
comunicam.
A complexa infraestrutura de
comunicações da Internet consiste de seus componentes de hardware e
por um sistema de camadas de softwares que controla vários aspectos da
arquitetura na rede. Enquanto que o hardware pode ser usado
frequentemente para apoiar outros sistemas de software, é o projeto e
o rigoroso processo de padronização da arquitetura dos softwares que
caracteriza a Internet.
A responsabilidade do desenho
arquitetônico dos softwares de Internet tem sido delegada a Internet
Engineering Task Force (Força-tarefa de Engenharia da Internet -
IETF). Ela conduz grupos de trabalho para estabelecimento de padrões,
aberto para qualquer pessoa, sobre os vários aspectos da Internet. As
discussões resultantes e os padrões finais são publicados no Request
for Comments (Pedidos de comentários - RFC), disponível livremente no
sítio web da organização.
Os principais métodos de redes que
habilitam a Internet estão contidos numa série de RFC que constituem
os padrões da Internet, que descrevem um sistema conhecido como o
Conjunto de Protocolos de Internet. Essa é uma arquitetura de modelo
que divide os métodos num sistema de camadas de protocolos (RFC 1122,
RFC 1123). As camadas correspondem ao ambiente ou ao escopo, nos quais
seus serviços operam. No topo do espaço (camada de aplicação) da
aplicação dos softwares e logo abaixo, está a camada de transporte,
que conecta as aplicações em diferentes computadores através da rede
(por exemplo, modelo cliente-servidor). A rede subjacente consiste de
duas camadas: a camada da Internet, que habilita os computadores de se
conectar um ao outro através de redes intermediárias (transitórias), e
portanto, é a camada que estabelece o funcionamento da Internet, e a
própria Internet. Finalmente, na base, é uma camada de software que
provê a conectividade entre computadores na mesma ligação local
(chamada de camada de ligação), por exemplo, a área de rede local
(LAN), ou uma conexão dial-up. Este modelo também é conhecido como
modelo TCP/IP de rede. Enquanto que outros modelos têm sido
desenvolvidos, tais como o modelo Open Systems Interconnection
(Interconexão Aberta de Sistemas - OSI), esses não são compatíveis nos
detalhes da descrição, nem na implementação.
O componente mais proeminente da
modelagem da Internet é o Protocolo de Internet (IP), que provê
sistemas de endereçamento na Internet e facilita o funcionamento da
Internet nas redes. O IP versão 4 (IPv4) é a versão inicial usada na
primeira geração da Internet atual e ainda está em uso dominante. Ele
foi projetado para endereçar mais de 4,3 bilhões de computadores com
acesso à Internet. No entanto, o crescimento explosivo da Internet
levou à exaustão de endereços IPv4. Uma nova versão de protocolo foi
desenvolvida, o IPv6, que provê capacidades de endereçamento
vastamente maior, e rotas mais eficientes de tráfego de dados. Ele
está atualmente na fase de desenvolvimento comercial em todo o mundo.
O IPv6 não é interoperável com o
IPv4. Estabelece essencialmente uma versão "paralela" da Internet
não-acessível com softwares IPv4. Isto significa que são necessários
atualizações de softwares para cada aparelho ligado à rede que precisa
se conectar com a Internet IPv6. A maior parte dos sistemas
operacionais já estão convertidos para operar em ambas as versões de
protocolos de Internet. As infraestruturas de rede, no entanto, ainda
estão lentos neste desenvolvimento.
Estrutura
Existem muitas análises da Internet
e de sua estrutura. Por exemplo, foi determinado que tanta a estrutura
de rotas IP da Internet quanto as ligações de hipertexto da World Wide
Web são exemplos de redes de escala livre.
Referências
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INTERNET USAGE STATISTICS - The Big Picture
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inglês). Internet World Stats (19
de março de
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27 de abril de
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Fonte: Internet.
Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em:
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet> Acesso em: 29 de
agosto de 2009 às 18h35
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